Estreia do cinema: Pelé, o Nascimento de uma Lenda

PELE

 

Depois de O Rei Pelé (1968) e Pelé Eterno (2004) estreia nesta quinta-feira (26/10) o filme Pelé, o Nascimento de uma Lenda. A coprodução Estados Unidos/Brasil de Michael e Jeff Zimbalist narra a história do “atleta do século”, porém segundo os críticos de cinema decepciona pelo excesso de esteriótipos e pela opção de filmar atores brasileiros falando em inglês.

 

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PELÉ, O NASCIMENTO DE UMA LENDA

A história de Pelé, o maior jogador de futebol de todos os tempos, de sua infância na cidade mineira de Três Corações, até a consagração ao ganhar a Copa do Mundo de 1958 pelo Brasil, com apenas 17 anos.

 

 

O Nascimento de uma Lenda é bem decepcionante. Os erros são inúmeros. Vamos começar pelo visual, que já incomoda pelos cenários toscos que mais parecem um bairro cenográfico mal disfarçado. A fotografia contribui para isso, uma vez que é chapada e artificial a ponto de parecer teatral, pouco verossímel. Além disso, é bem pouco expressiva, e é cansativo a forma como os enquadramentos pouco se reiventam e sempre fazem o mais óbvio. (Observatório da Imprensa)

 

Os roteiristas e cineastas Michael Zimbalist e Jeff Zimbalist pesaram a mão na construção do arco dramático, primeiro transformaram a narrativa num melodrama no (pior) estilo, novela mexicana, além disso, estereotiparam os brasileiros da pior forma, criaram situações irreais para aumentar o drama pessoal do protagonista e o pior optaram por filmar com atores brasileiros falando em inglês, o que tornou uma confusão de idiomas deplorável. (Ccine10)

 

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